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"Habitar, a primeira marca do homem no mundo. A sua forma mais inicial de existência. Do útero à casa..."

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HABITAR

"Habitar, a primeira marca do homem no mundo. A sua forma mais inicial de existência. Do útero à casa, este universo intrinsecamente feminino que representa habitar é um lugar e nele se
fundem todas as formas de estar no mundo, o ser pai e o ser filho, o ser antes e o ser depois."
Arquitecta Ângela Branco Lima Mingas
Luanda, 4 Fevereiro 2010

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Comentário de SaSão Saúde em 31 julho 2012 às 15:35

Já trabalhei com madeiras para exteriores aí por essa zona, mas há uns 10 anos. A Postes Carmo tem boa madeira para exteriroes. A antiga Consorcil (não me lembro do nome atual) acho q em Mortágua tb tinha madeira pra exteriores. Existiam mais uns dois ou três.  Destas duas, usei madeira na zona da Serra para telheiros, guardas de varanda e degraus em madeira  exteriores que ainda estão bons :)   

A madeira de postes e a das linhas de caminho de ferro é muito difícil de arranjar, tem ficado à guarda das respectivas empresas e atinge valores altíssimos desde q se tornou moda em jardins :) boa sorte na construção! 

Comentário de Francisco Fernandes em 30 julho 2012 às 23:19

Quanto à profundidade uns 60cms é mais que bom e não haverá stresses, tendo em conta que serão bem cravados. Em ultimo caso usar um pouco de argamassa. Os postes de telefone tb não sei onde se arranjam, mas pode sempre colocar aqui um post a ver o que se arranja.

A madeira usada é preciso ter em atenção ao estado da mesma e necessita de um bom tratamento para resistir às intempéries, caso contrário terá de andar todos os anos a mudar tábuas.  Quanto ao valor que refere, não me vou pronunciar, com o tempo conseguirá perceber se isso é possível ou não.

Boa sorte!

Comentário de Ricardo Brito em 30 julho 2012 às 23:07

a zona é no caramulo, bastante rochosa, mas o terreno foide cultivo. nao sei k madeira usar,e ainda nao sei até que profundidade vou poder escavar ate encontrar rocha. quanto a postes de electricidade nao sei onde os posso encontrar. ando à procura de madeira usada ou deitada fora pa construir a cabana. spero conseguir construir a cabana por volta de 500euros, nao sei se é um valor possivel, mas nao keria gasrar mais.

Comentário de Francisco Fernandes em 30 julho 2012 às 20:07

Ricardo, convem que os pilares principais e como estão à intempérie sejam bem tratados pelo que o melhor mesmo é tentares arranjar postes dos telefones usados para toda a estrutura principal.

Comentário de SaSão Saúde em 30 julho 2012 às 20:03

Ricardo, isso vai depender do tipo de solo (determina a profundidade a que vão os pilares de madeira (pilar é uma viga ao alto) e, sobretudo, do tipo de madeira. Isso não resulta com qualquer madeira, e nem pensar com o pinho "pinus pinaster" que se cultiva por aí...

Comentário de Ricardo Brito em 30 julho 2012 às 19:49

Quero construir uma cabana de madeira estilo a da foto de 2,5x3,5m ligeiramente elevada do solo, assente em 4 vigas de madeira. A principal duvida é quanto à espessura das vigas, tanto as das fundações, como as vigas que sustentam a cabana. Alguém me pode dar umas dicas? Ob.

Comentário de Vera Filipa Ripley em 2 março 2012 às 10:56

Argamassas térmicas: Melhor do que ar condicionado!

Uma equipa de investigação do departamento de Engenharia Civil da Universidade do Minho(UMInho) está a criar um revestimento revolucionário para paredes e tectos que aquece/arrefece a temperatura interior das casas e escritórios. A inovação ajuda a poupar na factura eléctrica, a um maior conforto térmico e à eco-sustentabilidade.

A tecnologia baseia-se em microcápsulas termicamente activas, aplicadas na superfície das argamassas – o que deverá ser uma prática corrente dentro de dez anos, esclarece José Barroso de Aguiar, docente da UMinho.

Em concreto, o composto de gesso, cal, cimento, areia, água e cápsulas microscópicas de PCM (material de mudança de fase) é colocado nas paredes e tectos e esta camada serve como climatizador: transita de fase líquida para sólida, e vice-versa, em temperaturas próximas da ambiente (20-25ºC).

Por exemplo, ao passar de fase sólida para líquida faz descer o termómetro e reter energia do compartimento. Com estes aditivos nas argamassas consegue-se reduzir o consumo de energia (eficiência), uniformizar a solicitação à rede energética, aumentar o conforto térmico dos edifícios, evitar o gasto das não renováveis e, por efeito, minimizar o consumo de dióxido de carbono.
Patente portuguesa versus alemã

A UMinho está ligada a duas patentes, que investiga desde 2004. A Alemanha começou os estudos “quase em simultâneo”. A patente portuguesa aplica o PCM na parte exterior de um reboco de duas camadas; já a patente alemã coloca o PCM em toda a espessura do reboco.

A equipa de investigação minhota diz não ter registos de uma invenção do género no resto do mundo. E, em 2012, prevê fazer um workshop para os parceiros do projecto trocarem experiências; se tudo correr bem, também irá anunciar os resultados prévios e eventuais patentes.

Além de desenvolver sistemas construtivos energeticamente mais eficientes, a presente pesquisa coordenada pela UMinho procura averiguar a viabilidade técnica da aplicação dos PCM e quantificar a redução de consumos de energia para diversos tipos de imóveis e divisórias, através da comparação com argamassas convencionais e simulação numérica.

Garantir a qualidade

No primeiro caso, quer-se garantir que a nova tecnologia não vai fissurar nem descolar da parede e, além disso, respeita as exigências europeias. No segundo, interessa saber qual a melhor compartimentação para rentabilizar a inovação, se um apartamento tipo T2 ou uma vivenda. “Acredito nesta tecnologia, é muito útil para a sociedade em geral. Dentro de dez anos, será corrente no interior dos edifícios”, nota José Barroso de Aguiar, realçando: “Vai valer a pena pagar mais quando se constrói, mas saber que esse custo inicial [no PCM] se amortiza em poucos anos, graças à poupança em electricidade”.

Comentário de Vera Filipa Ripley em 8 fevereiro 2012 às 1:11

Há uma casa na Serra de Fafe está a despertar a curiosidade de internautas no mundo inteiro, e valha a verdade não é uma casa qualquer.
A casa do Penedo, em Fafe, Portugal.

Comentário de Vera Filipa Ripley em 27 janeiro 2012 às 13:56
Casas tradicionais portuguesas

Ao longo dos tempos, o povo soube desenvolver, de forma exemplar e criativa, soluções construtivas e tipologias diversificadas, tendo em consideração o espaço disponível, as condições climatéricas e as condicionantes do relevo, assim como os materiais existentes na região.

EcoCasa Portuguesa
http://www.facebook.com/ecocasaportuguesa
Comentário de mario em 26 janeiro 2012 às 21:12

olá família Ripley! a sra. arquitecta está a trabalhar muito bem :) os 'glass panels' com essa inclinação não são fáceis de manter estanques mas certamente tens um trunfo a jogar. bons alçados e plantas! abraços a todos!

 

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