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Low-Cost Properties

propriedades rurais até 10.000 Euros. porque nem todos somos ricos, mas todos temos ricos sonhos. Rural properties up to 10.000 euros. Because not all of us are rich, but all of us have wild dreams.

Local: Portugal rural
Membros: 187
Última atividade: 17 Maio

Apresentação e Ficha exemplo para descrição de propriedades. Copia e preenche com as informações que tiveres disponiveis.

Pretende-se que quem tiver conhecimento de propriedades rurais com um preço inferior a 10.000 euros as publicite aqui. Elas andam por aí, muitas vezes desprezadas, negligenciadas, propriedades que já ninguém atribui valor, mas que poderão ter um grande potencial. E porque quem tem pouco dinheiro habitualmente tem ideias mais criativas. Partilhem para que os "lisos" também possam ter o seu projecto de permacultura.

Obrigado.

Ficha Exemplo:


Localização: Porto

Localização google earth: 41° 8'30.05"N, 8°40'17.79"W

m2: 2000

habitação: ruina de granito com 10 m2, paredes em bom estado, sem telhado

caracteristicas: terreno com 3 socalcos, oliveiras, carvalhos.

Fonte de água: poço, mina, ribeiro (seco em setembro 2010, suficiente para rega em setembro de 2010)

Acessos: estrada florestal em bom estado, transitavel a todos os veiculos

Preço: 5.000 euros

Contacto: preferencialmente de quem colocou o post, ricardojsbrito@gmail.com

Outros: electricidade a 500 metros, edificavél...


Nota: Isto é apenas um exemplo para ajudar na descrição das propriedades.

Exemplo para anuncio publicado na internet:


Localização:

m2:

Preço:

Link:

P.S. Podem comentar à vontade, mas para facilitar a pesquisa a quem procura uma propriedade, as mensagens que não sejam referências a propriedades serão apagadas algum tempo depois de publicadas.

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Comentário de Vasco Saraiva em 17 agosto 2013 às 18:22

Terreno com 5.45ha em cinfaes, 3 acessos independentes, agua e posibilidade de explorar mais agua por gravidade, tem possibilidade de construção. Situado a 2 min de carro do centro
Metros quadrados:
55000

15 minutos de carro até ao Rio Douro

30.000€

Comentário de José Mestre em 22 julho 2013 às 19:28

Bom dia

Já me interessei várias vezes por projectos deste género mas as questões que o Carvalhal levanta fazem todo o sentido uma vez que ninguém no perfeito juízo vai gastar dinheiro e tempo num projecto sem que tenha a certeza absoluta de não estar a entrar numa situação que pode, por alguma circunstância (e podem ser muitas) meter-se em chatices das quais poderão resultar prejuízos de vária ordem. Subscrevo também o que afirma o Paulo Bessa acerca do arrendamento porque em qualquer momento, se alguma parte da comunidade quiser/necessitar de parar com essa actividade, basta partir e eventualmente entrará outra pessoa para o seu lugar. Simples e sem qualquer chatice ou prejuízo! 

Existem também outro tipo de possibilidades para partilha de trabalho, despesas e receitas que pode não passar por viver no mesmo espaço, mas sim anexo ou perto, embora isso talvez esteja relativamente longe do espírito da Permacultura...! 

Abraço a todos

Comentário de Paulo Bessa em 21 julho 2013 às 2:35

Miguel, a iniciativa comunitária em Santarém é interessante mas se for somente uma pessoa a ser proprietária do terreno, as casas não pertencerão aos membros da comunidade (o que não é necessário), podem arrendar ou haver outro esquema qualquer. Porém com uma condição dessas, a comunidade tenderá a falhar no seu aspecto democrático. Isto é algo que eu tenho visto consistentemente em comunidades. Formar uma comunidade é quase como um casamento: é potencialmente dificil, e ainda mais porque involve várias pessoas. Há muitos tópicos que importa ter em atenção. O aspecto legal é um deles. 

Convém talvez esclarecer sobre estes assuntos legais, porque são importantes, para potenciais membros não se iludirem. Creio que essa era a preocupação do Carvalhal.

Se calhar, seria interessante ouvir mais desse teu projecto, Miguel.

Um abraço a todos,

Comentário de Carvalhal em 19 julho 2013 às 19:51

humm, estranha a sua reacção. Confesso que estava à espera que me pedisse mais informações ou esclarecimentos Miguel Ruah e não que tivesse a reacção que teve. Não é conversa filosófica, é conversa jurídica. E sim é estranho o silêncio e a permissividade da comunidade. Também pensei que tivessem mais interesse em procurar saber mais dado que existem vários projectos como o seu (ou apresentados como o seu)... alguns dos quais estão agora em tribunal.

Diz e bem que não conheço a situação. É verdade, só conheço (como todos) o que aqui apresentou. Se não a conheço melhor é porque não a apresentou melhor.

Diz e bem que não solicitei nenhum documento. É verdade. Não solicitei porque não tenho interesse em participar, apenas em informá-lo (talvez já estivesse informado) e informar a comunidade. Tal como venho aqui buscar conhecimentos, tenho a obrigação de deixar aqui a minha ajuda e os meus conhecimentos (ainda que não referidos a qualquer situação em particular, atendendo às circunstâncias que desconheço). Aliás, este é, ao que julgo, o principal motivo desta comunidade

O meu propósito não foi o de facilitar nem dificultar o seu negócio mas de informá-lo sobre a situação em causa (tendo em atenção o que apresentou). Mas já vi que talvez já tivesse a informação que necessitava.

Agora essa de abrir o projecto aos estrangeiros não percebo. Ou talvez perceba... o que é pena.

Fica aqui o meu conselho (a portugueses e estrangeiros): sempre que vos proponham um projecto, uma compra e venda, etc., recorram a um advogado. Uma consulta jurídicas de umas dezenas de euros pode evitar custos bem mais abrangentes.

Comentário de Miguel Ruah em 19 julho 2013 às 17:13

Caros membros,

Fizemos o convite aos portugueses desta rede para não estar a tratar só com estrangeiros. A ideia, como devem calcular, era que quem estivesse interessado viesse visitar e, claro, consultar os documentos.

Estranho muito toda esta conversa filosófica por parte de quem não pediu nem viu nenhum documento para poder falar de facto.

Mas, acima de tudo, o que estranho é o silêncio e a permissividade do resto da rede.

Como tal, optámos por abrir o projeto exclusivamente a estrangeiros.

Este convite fica sem efeito e desejo-vos sorte nos vossos projetos.

Com os melhores cumprimentos,

Miguel Ruah

Comentário de Carvalhal em 18 julho 2013 às 17:49

Ainda Miguel Ruah,

"Quanto à Comunidade em Santarem, o lote tem viabilidade de construção até 6.000m2 em vários edifícios, emitida (e atual) pela Câmara de Santarém para construção de um Centro de Turismo Rural (eventos na Natureza)."

Como vê, existe um projecto (não sei se é licenciamento, se é informação prévia) aprovado para VÁRIOS Edifícios num total de 6000 m2. Mas todos esses edifícios constituem um único "objecto". Não é possível vender o edifício A à familia 1, ou B à família 2, etc, etc.

Para isso cada um desses edifícios teria de ser autónomo (no registo e finanças e com loteamento feito). Além disso, se tem aprovado um projecto não pode ser alterado (a não ser com novo projecto) para outro tipo de construção. Ao contrário do que muita gente pensa, as construções em madeira estão sujeitas ao mesmo licenciamento do que as contruções em alvenaria.

Comentário de Carvalhal em 18 julho 2013 às 17:45

Caro Miguel Ruah , (PARTE II)

2. a compra das parcelas:

Mais, cada pessoa irá investir um montante (e aqui é que surge o problema) para adquirir cada uma dessas parcelas. Sucede, todavia, que nunca poderá ser realizada escritura (e consequente registo de propriedade) de cada uma dessas parcelas, pois essas parcelas não correspondem a lotes autónomos. A divisão seria meramente material, no terreno. Até podem existir contratos escritos (que nada valem, são nulos) mas esses contrato não tem a capacidade de poder transmitir qualquer propriedade (ou qualquer direito até) sobre a "parcela/lote" que cada família adquire. Aliás, nem sequer serviria para contar como se fosse uma compra de terreno em avos, isto é, cada família ficar com uma quota parte da quinta (em regime de compropriedade).

Mesmo que toda a gente esteja de boa-fé (e presumo que estão, daí também estar a ter este trabalho para vos dar algum esclarecimento sobre a impossibilidade legal do que pretendem fazer), imagine que amanhã tinha uma penhora sobre a quinta (não interessa a razão, ninguém está livre de ter um processo judicial). A quinta seria penhora sem que as famílias que "compraram" as parcelas pudessem ter qualquer direito sobre as tais parcelas, isto é, perderiam o dinheiro investido (a não ser que a empresa que agora é proprietária da quinta as quisesse/pudesse indemnizar).

3. A construção da quinta e de alojamentos.

Como referi não pode ser nada construído em cada uma dessas parcelas autonomamente, enquanto não se fizer uma operação de loteamento. Mas ainda que se pretendesse construir um unico edifício, para alojamento por exemplo, dos que visitarem o vosso projecto, a exploração desse alojamento só poderia ser feita em comum (com as famílias que investirem dinheiro) se criarem uma empresa e cada família ficar com uma quota, ou se venderem quotas sociais da empresa que actualmente é proprietária da quinta (nesse caso, estariam também a vender, indirectamente, partes da propriedade da quinta).

O mesmo se diga quanto ao parque de campismo. Mais, este tipo de infra-estrutura está sujeita a licenciamento (não só de construção mas também de exploração) e obriga à existência de edificações mínimas com a correspondente existencia de infra-estruturas (água, esgotos, etc), o que claro que representa um investimento possivelmente elevado.

Espero ter ajudado. Qualquer dúvida, por favor pergunte. Assim, evita-se problemas para si e para quem quiser entrar nesse projecto.

Comentário de Carvalhal em 18 julho 2013 às 17:44

Caro Miguel Ruah, (PARTE I)

Vamos por partes para er se nos entendemos e principalmente para ver se o V. projecto não pode estar a enganar, inadvertidamente, alguém que pretenda nele participar.

1. Lote com viabilidade de construção até 6.000 m2:

O que refere é a existência de uma quinta (a que chama lote) com determinada área na qual pode ser edificados até 6000 m2 de construção (área bruta). É isto que percebo da sua afirmação.

Desde logo, a referência a lote é incorrecta e coloca logo em erro a apreciação do projecto. O lote é uma unidade territorial RESULTANTE de uma operação de loteamento, o que obriga a um loteamento camarário e à divisão de determinado terreno em parcelas autónomas (quer nas Finanças, quer no registo predial) que podem ser vendidas autonomamente (ou sobre elas fazer qualquer outro negócio - arrendamento, superfície, etc.) mas que além da licença camarária obriga a obras de urbanização (arrumamentos, passeios, águas pluviais, arranjos exteriores, esgotos, etc, relativamente a cada um dos lotes). Por último, esta operação de loteamento define logo o que pode ser construído em cada lote (n.º de pisos, área de construção, implantação, etc, etc).

Presumo que nada disso exista, mas sim o que existe é um terreno/quinta com uma área total em que se pode construir um total de 6000 m2.

Ora, estes 6000 m2 (presumo que os tenha visto no PDM da zona) correspondem à  área bruta de construção e não necessariamente ao que se pode construir após uma operação de loteamento (por exemplo, existem cedências de terreno para a Câmara, etc.).

Vou explicar-lhe o que eu percebi desse negócio (e depois logo me dirá se estou errado ou certo). Tem um terreno/quinta grande em que pretende fazer parcelas para cada família. Contudo estas parcelas serão marcadas no terreno (já que para para serem marcadas nas finanças e registo predial teria de se fazer a operação de loteamento).

Comentário de Miguel Ruah em 16 julho 2013 às 11:37

Oops, por lapso faltou indicar a forma de contato direto. Podem contatar Miguel Ruah por email: miguelruah@gmail.com ou por telemóvel 932 848 334.

Grato, Delfina.

e a Sílvia Vieira:

pelo

Comentário de Delfina C.B.Pereira do Nasciment em 16 julho 2013 às 11:30

Bom dia

Gostava de saber como entrar em contacto com a comunidade de Santarem. O meu email é dnascimento942@gmail.com.

Obrigada

Delfina nascimento

 

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