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Se a Permacultura é uma revolução silenciosa, quais são as consequências políticas da sua concretização em Portugal?

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Comentário de Ruben Tiago Vieira da Fonseca em 2 abril 2014 às 23:15

Tema quente este. Se estivessemos no matrix fazia o papel do morpheus para se decidirem a escolher um lado estar a favor ou estar contra. 

Foi como eu fiz a minha, escolhi o povo (sem ser comunista) e escolhi o desenvolvimento (sem ser de direita) e a ecologia (sem ser dos verdes).

Acima de tudo escolhi a razão, uma teoria que a nossa central de negócios de Lei não vê como iluminação ou teima em ser cega a máquina existe para ser imparcial. vejamos atrás na história como os reis controlavam o povo? Destacavam uma pessoa como nobre á qual favorciam com dinheiro e poder e este tinha o papel de mater a ordem. Diferente do actual? não vejamos as empresas pagam ao estado para manter a sua sobrania. Chama-se curropção. 

No entanto vamos ao que interessa admiro a permacultura por ser um movimento intelectual que não visa apenas o bem estar de um mas como um. Terá impacto quando for tão grande que não passe despercebido. Trará resistencia? certamente.

Caso não aconteça (a resistencia) a permacultura tornou-se curropta e neste sentido sim deveremos estar atentos. 


Mapper
Comentário de João Leitão em 9 março 2011 às 15:28
Dois membros novos no grupo? É um sinal?

Mapper
Comentário de João Leitão em 27 setembro 2009 às 14:32
Gostei muito de votar branco hoje de manhã. Daqui a uns anos talvez tente criar o Partido Branco, inspirado pela Permacultura :)
Comentário de mario em 22 setembro 2009 às 19:39
"...que realmente seja representativo de todas as formas de vida..."
E eu acrescentaria: e que considerasse as aspirações que todos nós deveriamos desenvolver (se fossemos "educados para fora" e não "para dentro", como aspiradores de (des)informação viciada e manipulada por interesses macro-económicos).
Há outros jogos mais justos.
Lembro-me de uma teoria que li há bastantes anos (ainda não havia inet), proposta por um sociólogo francês (?) em que o cidadão só votaria uma vez na vida, aos 30 ou 35 anos de idade, no "seu deputado" que teria a sua idade e se manteria no parlamento até ao fim da vida. Logo o parlamento seria constituido por uma escada etária que iria dos tais 30/35 anos até... assegurando continuidade em projectos de longo-prazo, que são os que interessam de facto. É claro que havia eleiçoes todos os anos para os que completassem a tal idade de voto. Claro que isto é so o que eu consigo recordar; o sistema é um pouco mais complexo.
Na altura fiquei quase que "chocado" com tal alternativa parlamentar e recentemente tenho tentado encontrar mais sobre o assunto sem qualquer sucesso - nem com googles...
Se por acaso alguém tem mais informação, agradeço a partilha.
Seria interessante relêr a teoria com a cabeça que tenho hoje.

Amplexos
Comentário de Caminhante Acompanhado em 15 setembro 2009 às 0:34
João:

Eu percebi a "revolução"! mas talvez eu procurasse fugir a termos demasiado políticos como no caso dos "pilares da esquerda e direita". No fundo, com isto, eu queria dizer que do ponto de vista de "marketing politico" interessa a todos os partidos uma aproximação às nossas ideias e provavelmente isso acontecerá num momento de "transição" da politica para qualquer que seja um sistema novo. já o "silenciosa" eu trocaria por "pacifica", silenciosa parece-me demasiado submisso e eu espero que haja pouco silencio e muito debate nestas questões.
Mas deixemos as nomenclaturas de parte, em resposta à pergunta neste grupo e de volta ao tema eu sublinho que irá de certo haver uma aproximação das várias forças politicas à permacultura com o intuito de conseguiram os nosso votos. (assim que o site registe 365.000 membros, mais ou menos). Convém a meu ver distanciarmos um pouco esta ideia da politica uma vez que é uma ideia transversal às ideias politicas embora careça de alguma legislação.
Na minha humilde opinião, a auto-sustentabilidade do homem e do meio é o objectivo. A transição sustentada é o caminho e a permacultura o modo de percorrer o caminho.
Sim. De facto estamos de acordo no essencial, provavelmente o texto não possibilite melhor compreensão contextual.

Mapper
Comentário de João Leitão em 14 setembro 2009 às 22:23
Phillipe,

Creio que a permacultura também pode ser considerada uma revolução, no sentido em que confronta o paradigma dominante com uma visão muito diferente do que pode e deve ser o nosso futuro colectivo. Também poder ser considerada silenciosa por se expressar de forma mais simbólica no "cuidar da terra", e nessa nova forma de nos relacionarmos com o cosmos. Não é uma revolução barulhenta bolchevique ou nacional-socialista :)

Descrevendo a permacultura de forma distinta, estamos de acordo no essencial.

Tenho esperança que a permacultura não venha a ser o pilar de nada à esquerda ou à direita, mas que venha a ser o pilar de novas formas de organização social num período pós esquerda e direita.

Creio também, e já aqui o afirmei, que a forma mais eficaz de levar a Permacultura às pessoas, é usar o Modelo de Transição, ou seja, estabelecendo pontes com quem está muito longe de nós. O meu voto em branco também significa que continuarei a fazer algum investimento no sistema. Há lá muita gente que eu gostaria que fizesse a viagem connosco...
Comentário de Caminhante Acompanhado em 14 setembro 2009 às 22:12
Votar é uma irresponsabilidade:
Para poder votar garantidamente e com responsabilidade num candidato a qualquer cargo de decisão, precisava de o conhecer bem (quase pessoalmente) e precisava conhecer com transparência o cargo que iria ocupar. Naif..??? claro! por isso não voto. O voto em si (branco ou tinto) pressupõe a aceitação de todas as decisões do poder politico porque o legitima, para o verdadeiro poder (económico), não importa ser governado por vermelhos ou azuis logo que corrompíveis. A luta com ressonância à permacultura é a luta por sistemas de gestão mais credíveis e estáveis (permanentes) é a luta por maior transparência e menos corrupção é no fundo a luta por a verdade. o voto não se coaduna com isto, é um "lavar de mãos" de toda a irresponsabilidade dos que votaram "no que lhes pareceu melhor", "no que o pai votou", "no que melhor falou na TV" ou "no mais bonito" (Há milhões de votos destes e outros ainda piores). Não me revejo nem pactuo nisto! Acho que contribuo mais para a sociedade escrevendo aqui do que votando num desconhecido qualquer.
Comentário de Ana Margarida Patricio ALpande em 14 setembro 2009 às 18:27
Tens razão!!! Usei o termo revolução silenciosa mas tb (vendo bem) não concordo com ele! Espero pelo contrário que seja cada vez mais visivel por populações e governos!
É que esta questão da politica não está esclarecida em mim ainda.... passei anos a acreditar que tanto fazia votar ou não, e agora começo a sentir que não é bem assim...ainda estou a sentir este assunto!
Comentário de Caminhante Acompanhado em 14 setembro 2009 às 18:21
A permacultura não é uma revolução e muito menos silenciosa.
A permacultura é apenas a negação do "temporal" e do provisório (modas). politicamente é a negação do "desenvolvimento económico" desenfreado em detrimento do permanentemente estável.
A nossa politica actual é precisamente o contrário de uma "cultura permanente".
Há muito que me debato sobre aquilo que são questões meramente temporais (importantes agora) e o que é permanentemente verdade, procurando nesta ultima os verdadeiros padrões da vida.
Bem vistas as coisas a única consequência da Permacultura é que esta virá a ser o grande pilar de qualquer partido de esquerda ou direita, como espero que venha a ser ainda durante a minha vida, sob pena das organizações politicas caírem no ridículo, como acontece aqui (no site) que as pessoas estão mais despertas para a realidade.
Comentário de Ana Margarida Patricio ALpande em 11 setembro 2009 às 18:53
Eu vou votar....só ainda não sei se em branco ou se em alguma minoria. Durante muitos anos recusei-me a votar como forma de protesto contra todo um sistema, mas agora vejo que essa atitude não me beneficia em nada! há que pelo menos estar atento! Eu concordo com uma revolucao silenciosa, mas não nos podemos esconder! Ja me falaram (politicos) do perigo do voto em branco...a ver vamos.
 

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