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Adriano Jordão Comment by Adriano Jordão on November 15, 2009 at 11:36pm




Afinal foi isto?


Lá Lá Lá


Há milhões de anos atrás, viviam, na Terra, seres estranhos, que mais se pareciam aos macacos do que ao Homem, de modo que os estudioso os chamam homens-macacos.

Realmente, os hábios eo comportamento desses remotos ancestrais do homem apresentam várias analogias com o modo de viver dos atuais macacos. Desses seres, devia descender o Homem, o inventor da bomba H, do cérebro eletrônico, do vôo supersônico. Mas, que espantoso desenvolvimento!

Procuremos reconstruir seus primeiros passos, em uma marcha para a civilização.

Num período da pré-história encontramo-nos diante de um típico ser humano: o Homo erectus. Ele já não mais se contenta, tal como seus precessores, de usar pedras e paus como os encontrava na natureza, mas começou a fabricar os primeiros rudes, instrumentos de pedra. Nasceu, assim, o primeiro período da indústria humana: a idade da pedra, que assinalava um contínuo mais lento progresso do Homem na estrada da civilização.

Sucessivamente, o Homem ficou em condições de acender uma pira, de construir lareiras, de cozer alimentos, de vestir roupas de peles, preparadas com uma raspadeira e costuradas com agulhas de osso. Ele, agora, já não se atira, para dormir, sobre uma pedra onde se encontra, mas mora em cabanas cobertas de pele ou em casas cavadas no terreno argiloso. Começa, até, a produzir primitivas obras de arte, que denotam um certo espírito de observação e cria rudes instrumentos de sopro, como pífaros e assobios.

Mas o primeiro instrumento complexo idealizado pelo Homem é o arco dotado de flechas, que revoluciona completamente os seus sistemas de caça e de defesa. Ele não é mais obrigado a recorrer à caça armado de uma clava, e à fúria das feras pode opor toda sua astúcia e sua força. Entrementes, o tempo passa, e o Homo erectus se transformou no Homo sapiens. Ele, a respeito do seu predecessor, dispões não só do osso, mas também do marfim, e os objetos que fabrica vão se tornando sempre mais perfeitos. Os pedaços de sílex esboçados em grandes lascas são requitados com carinho e o Homem aprende a destacar fragmentos de pedra com a ajuda de robustos pilões e apetrechos primitivos de madeira dura.

O Homo sapies continua, também, a luta pela existência, caçando, pescando, recolhendo o alimento que a Natureza lhe oferece e aprendendo, sempre mais, a defender-se das insídias das feras. Ele começa a empregar suas qualidades mentais, procurando, sempre, por exemplo, a colaboração do cão, útil na guarda e na caça. Surgem, então, os primeiros acenos de comunidade, as primeiras tentativas de contatos comerciais.

Tal era o costume de vida do homem primitivo, mas, já, nele se podem notar os primeiros sinais de uma superior e completa humanidade.
Adriano Jordão Comment by Adriano Jordão on October 30, 2009 at 3:55am
Adriano Jordão Comment by Adriano Jordão on October 30, 2009 at 3:24am
Sono...

Ha HAha

Andy Warhol's Blow Job Movie





Marco Carola Comment by Marco Carola on October 29, 2009 at 2:42pm
http://www.youtube.com/watch?v=Dda3KKqojRw

Isto sim, anima ! ;)
A Kenny Arkana, era muito da onda riots, La Rage, raiva contra o sistema... agora parece ter "despertado" ;) toda mistica, 2012, babilonia e tal ;)
Marco Carola Comment by Marco Carola on October 29, 2009 at 2:40pm
o primeiro é giro... mas o 2º dá sono... pelo menos depois do vinho do almoço... se a ideia era arrebitar... :|
Adriano Jordão Comment by Adriano Jordão on October 29, 2009 at 1:46am
Para ver se isto anima um pouco :/

When it all Comes Down




Derrick Jensen on Personal Responsibility

Adriano Jordão Comment by Adriano Jordão on October 19, 2009 at 10:07pm

Adriano Jordão Comment by Adriano Jordão on October 19, 2009 at 4:59pm
Vivas,

Apesar de ainda não ter lido a informação sobre o Hakim Bey aqui deixada, relembro que a pedofilia ocupa hoje um espaço privilegiado entre os demónios "do cidadão ideal". Cidadão este que se separa dos filhos mal nascem e os confiam a instituições, que como todos sabemos por conta própria não poupam as crianças.

Não me interessa muito a pedofilia como tema, e considero um assunto estruturalmente pré-conceituoso e inundado de imagens vinculadas pelo sistema. Mas duas coisas posso dizer:
1) É um conceito relativamente novo. Os exemplos na história são esmagadores. Não se safava ninguém à prisa se aplicarmos à história os conceitos modernos de maioridade. A começar pela "violação bestial" ordenada pelo Deus judaico-cristão à virgem(uma criança mal menstruada) e por ai fora...

2)Nabokov tem um argumento muito forte. Existe efectivamente uma monstruosa diferença entre um bébé e uma lolita ou um rapazola. Existe casos que são forçados (que se devem condenar, entre novos, velhos e meia-idade) existem outros consentidos e outros até desejados. Cada individuo é um. O único e a sua propriedade, se me faço entender.

E para ver se mudamos de tema, aqui fica outro pedófilo, paneleiro, aldrabão e caloteiro, que para além do "Pagão do Gerês" muito contribui para a minha visão das coisas e a quem muito agradeço por ter existido.

Pagão do Gerês Comment by Pagão do Gerês on October 16, 2009 at 5:04pm
sim, ao que parece o Hakim Bey colaborou com artigos publicados na revista da associação NAMBLA, que promove esse tipo de relações, actualmente classificadas de podofilia. Também o Allen Ginsberg o fez, e não é por isso que a sua poesia perde o valor que tem.

De todos os assuntos que são abordados nos escritos da citada personagem, o "amor livre" é um assunto minoritário, e nem sempre deve ser entendido à letra, pois o estilo de escrita do autor baseia-se muitas vezes em metáforas, ironias e provocações.. Isto não invalida o facto dele eventualmente poder ser um grande pedófilo!

A obra dos autores mencionados são referências na medida em que leio e discuto apenas o que me interessa da suas obras, e não da sua vida ou personalidade. Caso contrário não estaria aqui a falar deles..

No entanto, é longa e conhecida a história de muitos dos seus detratores que utilizam o tema da pedofilia para denegrir outras perspectivas do autor, e por acharem que o seu anarquismo não se enquadra na luta de classes.

abraços Luis,
é bom saber que te encontras por ponte de Lima!
vemo-nos em Breve.
Luis Ferreira Comment by Luis Ferreira on October 16, 2009 at 3:57pm
Pagão do Gerês,

Não deves ter lido o texto que deixei aí em baixo. O que ali se afirma é que o Hakim Bey fez militância em grupos a favor do amor "livre" com crianças. Portanto, são posições políticas e não apenas uma coisa do seu foro privado.

Ainda assim acho que esse tipo de actuação (se é pedófilo ou não) é significativa para a avaliação crítica que cada um deve fazer da pessoa e da obra, independentemente de o assumir como uma bandeira ideológica ou não. O que fazemos é indissociável do que escrevemos e dizemos. O mesmo se aplica a Proudhon e a sua conhecida misoginia.

A obra do Hakim Bey tem valor? Tem. Também a do Proudhon. Mas jamais serão referências minhas.

Sobre o facto do boato ser espalhado pelos seus inimigos, espero que não penses que é meu o caso. A prová-lo está o que escrevi mais abaixo nesta conversa com o Adriano.

De resto aconselho que cada um investigue e tire as suas próprias conclusões.É a atitude correcta a tomar e foi o que eu fiz quando fui alertado para este facto.


Um abraço alto-minhoto
(gostava que nos voltássemos a encontrar)
 

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