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Comentário de Manuela Araújo em 15 maio 2010 às 23:45
"E porque é mais que óbvio que estamos em crise económica, mais uma vez me socorro de um extracto do livro abaixo identificado, de Valdemar Rodrigues, para reflexão da necessidade de transição para uma economia sustentável. O extracto fala de economia em crise. A mim, parece-me que também se fala de economia sustentável...."
Leiam o extracto do texto que refiro aqui, extraído do livro de Valdemar J. Rodrigues, "Desenvolvimento Sustentável - uma introdução crítica"
Comentário de ManuelJ em 14 maio 2010 às 19:37
Olá a Todos

Mais uma vez modelos, mas agoara de Transição.

Dave Pollard conceptualiza uma forma de abordar a Transição através de 5 movimentos que substituirão outros tantos da sociedade antiga, a que segundo ele, se encontra em colaposo, e que darão lugar a um "Modelo de Sociedade Natural", que será resultado do Movimento de Transição.

É um texto que tenho muito gosto em partilhar, por ajudar a conformar as ideias que temos sobre o Movimento de Transição de que tanto temos falado aqui.

O diagrama está excelente, muito elegante e claro. Uma boa sintese.

Espero que gostem e vos seja útil. Eu sou um incondicional deste blogger.

Um Abraço :-))
Integrating Six Models of a Better Way to Live.pdf

Mapper
Comentário de João Leitão em 8 maio 2010 às 22:05
Está a correr muito bem. Daqui a poucas semanas já deverá estar decidida a forma como partilharemos com o mundo a nossa experiência. Temos movimento :)
Comentário de Tomas Marques em 8 maio 2010 às 11:25
Chego muito tarde a esta discussao por isso desculpem la se a minha intervencao esta um pouco 'fora'. Gostaria de deixar tambem aqui a minha contribuicao sobre a questao dos modelos e da sua rigidez pois foi uma coisa que tambem me preocupou quando ouvi falar do modelo de transicao pela primeira vez. Mas pelo que percebo, o modelo de transicao proposto pelo Rob Hopkins eh muitissimo flexivel, nao se tratando realmente de um 'modelo a seguir' (como uma receita) nem de um modelo de um futuro desejavel (como um avisao de futuro). Embora estes elementos ate estejam presentes, mais do que tudo o modelo de transciao eh um processo dinamico de comunicacao e de participacao. Permite comunicar de forma simples um problema complexo (pico do petroleo+alteracoes climaticas+limites ao crescimento) a uma grande diversidade de audiencias, promovendo ao mesmo tempo a participacao de todos no desenho de um futuro melhor (o tal 'modelo' de sustentabilidade)
Comentário de ManuelJ em 7 maio 2010 às 23:14
Calisto
Modelos são apenas ferrementas, auxiliares para entendimento de algum processo. Esse processo pode ser social pode ser físico.
Parece-me que não simpatizas muito com "modelos" por serem algo muito rígido, pouco flexível, demasiado determinista. Concordo que podem ser isso, mas continuam a ter a particularidade de nos auxiliarem a entender os processos. Só isso. Não são para seguir, são apenas pare sistematizar, pois existem pessoas que a sistematização faz parte do seu proceso de entender as coisas. Provavelmente estou nesse grupo e por uma razão simples, tenho formação matemátrica, fui treinado nisso, e ficamos com esse "defeito".
Nada aqui é rigido.

Um Abraço :-))

Mapper
Comentário de João Leitão em 28 abril 2010 às 22:18
Obrigado Manuel!
Comentário de ManuelJ em 28 abril 2010 às 21:57
Olá a Todos
Os modelos simplificam a realidade por forma a que a entendamos. Os modelos podem ser mais ou menos simplistas sendo que a realidade é sempre complexa, e de uma forma crescente se considerarmos a teoria de Joseph Taiter defendida no seu livro “The Collapse of Complex Societies”.

Por isso, partilho convosco um pequeno ensaio do meu blogger favorito, Dave Pollard, que tenta sistematizar através da abordagem da teoria dos modelos (como sempre de uma forma brilhante, inovadora e repleto de dúvidas, o que me agrada particularmente), o funcionamento de comunidades aplicando a teoria dos “ciclos de vida da emergência” rumo a uma Transição, como tem sido sempre a preocupação do autor.

Espero que apreciem e desde já recomendo o acompanhamento deste autor, aproveitando para dizer que acompanhou e ajudou a divulgar e a desenvolver os novos conceitos daquilo que hoje é conhecido por “gift economy” com a publicação desde 2004 (?) de dezenas de ensaios sobre o tema.

Um Abraço :-)
The Lifecycle of Emergence.doc
Comentário de Maria Inês Margato em 24 abril 2010 às 21:25
Olá a todos! Venho por este meio comunicar que vai haver uma conferência no Reino Unido sobre omovimento "Transição" que começa no dia 11 Junho. Estão todos convidados...Acomodação?! É a 10 minutos de onde moro, e posso alujar um certo numero limitado de pessoas...
Acedam a este site,para mais informações nao hesitem em contactar-me!!
http://www.transitionnetwork.org/conference-2010-uk
Comentário de Bruno Guilherme Casimiro Bagina Garcia em 24 abril 2010 às 16:16
Penso que o modelo cubano nos mostra é a diferença entre crescimento e prosperidade são coisas diferentes
Comentário de ManuelJ em 23 abril 2010 às 23:38
Incitador
De acordo com a ONO a definição deste indice é O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é uma medida comparativa que engloba três dimensões: riqueza, educação e esperança média de vida. É uma maneira padronizada de avaliação e medida do bem-estar de uma população

Ou seja, coloca em análise 3 dimensões - riqueza (renda familiar), educação e esperança media de vida (saúde) - que conjugadas traduzem o bem-estar das populações, o que deverá ser o mesmo que o desenvolvimento dos países. Nesta perspectiva o IDH de Cuba é igual a muitos países ocidentais, portanto por aí os ocidentais não notariam diferença.

Então onde reside a diferença? Penso que na renda é que estará o busílis, pois quando é muito elevada leva as famílias a incrementar a sua pegada ecológica (chega a atingir 9 ha/pessoa) e consequentemente o desperdício. Costumo dizer que o problema da Terra é o facto serem infinitos os desejos quando os recursos são finitos. Tal como para o lucro, não existe limite para os desejos, esta é uma realidade inerente ao ser humano. Portanto quando falarmos ou ouvirmos falar de sustentabilidade (agora tão comum), lembremo-nos da incompatibilidade que isto tem com desejos ilimitados, que na sociedade actual se poderá traduzir por competição.

Um Abraço :-))
 

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