Nasci na cidade, creci na cidade, vivo nisso e nos arredores num planeta redondo.
Juntos viajamos a um speed tipo 30 mil Kilómetros por segundo, numa corrida louca, desenfreada e incerta.
Grosso modo, a nossa especie há muito que, salvo maioria de exepção, mete nojo. E todos juntos, se não fazemos por isso, emitamos muito bem.
«Enquanto há vida à esperança» de que se um dia for preciso, de omniveros passamos a antropofagos, já que alguns têm tanto jeito para o homicidio. Outros esperam as provisões dos deuss em caso de urgência e rezam por antecipado. Outros esperam a sorte. Enquanto outros talvez avancem, talvez não.
Estaremos vivos até prova em contrário. Por enquanto alguns safam-se, outros nem por isso. De estatisticas não sei nada, nem me perece relevante.
Pelo que herdamos(?) do passado, perante o estado actual das coisas, não é preciso fazer muitas contas para ver que estamos lixados. Ou não dependendo do que pensarmos a seguir.
Digo eu, há muito tempo que passamos demasiados pontos negativos, de não retorno. Novas coisas virão, mas dificilmente substituem o que já se estragos, no que nos mantem vivos:: a biosfera.
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